Dear Daddy, I may find a prince someday, but you will always be my king.
Posto isto, não há muito mais a acrescentar. Apenas que és e serás sempre o homem da minha vida. O meu herói, o meu abrigo e a minha força da natureza. E querem saber um segredo? Um dia, quando crescer, quero ser como tu, Pai. Adoro-te! ♥
Acredito que haja muito boa gente para aí a fazer contas de cabeça e a pensar porque raio é que o mundo todo se pinta de verde no dia 17 de Março. E a seu tempo, eu explicarei tudo! Antes demais, quero deixar bem claro aos sportinguistas que este não é o vosso dia, e que os trevos não significam sorte e muito menos esperança num campeonato mais risonho. É certo que em Portugal esta afirmação até pode parecer deslocada, mas há muito mais vida para além do futebol mes amis - não querendo de TOOODO ferir susceptibilidades...
Mas de volta ao que interessa... O St. Patrick's Day celebra o dia do padroeiro irlandês mais famoso do mundo, que apesar de estrela internacional, é nos países onde se fala a língua de Shakespeare que as pessoas se vestem com trajes verdes e saem para as ruas em longas caminhadas festivas. Actualmente, crê-se que de todos os feriados religiosos dedicados aos santos, o de São Patrício é o mais comemorado.
TREVO
A utilização do trevo, por St. Patrick, foi a solução encontrada pelo santo para explicar o significado da Santíssima Trindade aos pagãos celtas. Daí o papel crucial da planta de três folhas na cultura irlandesa, e por conseguinte ter ficado intimamente ligada às comemorações.
COR VERDE
Durante a revolução irlandesa de 1798, mais especificamente no dia 17 de Março, os soldados irlandeses envergaram uniformes verdes na esperança de propagar os seus ideais políticos e chamar a atenção da opinião pública. Emergindo, desta forma, a expressão irlandesa 'the wearing of the green' que nos remete para a simbologia da utilização de um trevo ou uma peça de roupa verde em homenagem aos soldados rebeldes.
USA
Muito do buzz em trono desta tradição chega-nos dos States, mais precisamente de Manhattan, dado o grande número de imigrantes irlandeses por estas bandas. Aqui também podemos encontrar umas das catedrais mais bonitas e imponentes do mundo, e com o mesmo nome do santo padroeiro (para não falar que é liiiiinda de morrer!!).
Estou, oficialmente, fechada para balanço. Preciso de uns minutozinhos, de uma folha branca e da minha BIC prateada. Os prós e os contras já os conheço de cor, mas a balança continua sem pender para nenhum lado em particular. É tempo de dormir sobre o assunto, de me convencer que entrei em modo mudança, e que ela só depende de mim. É o agora ou nunca. Melhor: amanhã ou nunca. Por hoje é tarde e tenho sono.
P.S. Deixo-vos com a nossa (minha e do my little potato) música do momento. Tenho a certeza que vão gostar tanto ou mais que eu! Bad dreams, bad dreams go away. Good dreams, good dreams here to stay.
Todos os dias, o mundo e os seus interlocutores impõem-nos os seus ideais. Estabelecem padrões e exigem que pensemos como eles, que os aceitemos como verdades absolutas. Recorrem de falsas demagogias para nos envolver numa teia que, a meu ver, já vai demasiado longa. E durante esse processo, condenam e abusam da destreza dos que se intitulam díspares. Mas, para mim, todos os dias são dias de glória, não tivesse eu conseguido sobreviver a mais um dia, a mais um ideal a mais uma demagogia.
É oficial meninas, podem internar-me!! Pois só alguém num estado muuuiiito debilitado seria capaz de se recusar a voar até à cidade que nunca dorme, pela segunda vez. Afinal, haverá presente melhor no mundo do que acordar num domingo de manhã ao lado de alguém que está disposto a voar para Manhattan comigo vezes e vezes sem conta? Todavia é no silêncio dos meus sonhos que eu te respondo baixinho que sim. Contigo, e só contigo, voltarei a pisar Manhattan.
Mulherada, hoje o dia é de festa! E homens deste blog não fiquem tristes ou revoltados com o facto de termos um dia dedicado a nós e vocês não. Não se trata de abrir precedentes, de reforçar as desigualdades e/ou a pretensão de afirmação. Trata-se sim de enaltecer a luta dos nossos antepassados femininos e as suas conquistas ao longo do tempo. Festeja-se a vitória da emancipação da mulher, do reconhecimento dos seus direitos e a persistência audaz típica deste género.
Obrigada e parabéns a todas as mulheres do mundo, WE are unique!
Dia após dia, sinto que estou cada vez mais familiarizada com a palavra escrita, preferindo, na maioria dos casos, ler a falar. Seguramente não serei a única a reconhecer este sintoma patológico, e sem motivo aparente, isto deixa-me feliz. By the way, não creio que o responsável pela minha mudança de comportamento seja o meu problema de expressão, porque esse podemos encontrá-lo tanto na escrita como oralmente. O drama está no que começou por ser um desejo exclusivo para as pessoas pelas quais não nutria grande proximidade, mas que agora se alastrou ao comum dos mortais - pelo menos aqueles que a je conhece. Convínhamos que um simples nome e uma fotografia no visor do Blackberry facilita imenso a vida a quem só consegue decorar três novos nomes por ano. Recorrer a esta técnica de comunicação permitiu-me, durante várias temporadas, poupar-me a situações embaraçosas como o não reconhecimento facial e a total ausência de nome ou apelido. Só assim se explica a minha adesão instantânea à estratégia 'burrocrática' do 'envie-me um e-mail que eu depois respondo...'.
Anyway, o que realmente me assusta é o facto da excepção se ter tornado regra sem que eu tenha dado por isso. Actualmente, 90% do meu dia é passado na companhia de mensagens escritas, sejam elas através do WhatsApp, do Facebook, do BlackBerry Messenger e/ou blog. Actualmente, tudo comunica e não é preciso muito para nos conectarmos à grande teia da aldeia global - já dizia McLuhan: The medium is the message. E se porventura antes tinha uma explicação para o fazer desta forma, hoje faço-o pelo o gosto inerente.
A personagem Carrie Bradshaw, da série Sex and the City, já nos tinha alertado para este flagelo do século XXI, mas naquela altura ainda sentia aversão às novas tecnologias - e-mails e tablets soavam a coisa dos filmes de ficção científica, da qual nunca pensei fazer parte...