sexta-feira, 10 de outubro de 2014

O lápis azul não mora aqui!

Resposta a este comentário:


Cari ragazzi, ou hoje particularmente, Cari Anónimati!!

Memorizem esta data meninas: Oito de Outubro de 2014, o dia em que a minha caixinha de recordações se tornou oficialmente um blog sério! Finalmente acordei o meu primeiro hater, oficializando a minha pertença nesta grande família que é a blogosfera. Agora sim, tenho tudo a que uma blogger tem direito: centenas de visualizações diárias, comentários fofinhos e ódios de estimação! Mas antes de proceder ao meu direito de resposta, quero apenas despertar a vossa atenção para o rigor com que este ‘anónimo’, com um elevadíssimo conhecimento de causa, fundamentou a sua opinião. Mas antes da minha bombástica resposta (adoro teasers!), queria deixar umas perguntinhas ao ‘anónimo’, na esperança de que um dia ele se torne o seu próprio lápis azul:
  1. Quantos ‘TÓLICOS’ (alcunha fofinha para ex-alunos da católica) que terminaram o curso no verão de 2010/2011 que estejam efectivamente empregados conhece?
  2. Quantos desses tólicos estão em processo de estágios curriculares e/ou profissionais?
  3. Quantos estão ainda a realizar e já a contar os últimos dias de estágio e à procura do próximo?
  4. Quantos se encontram insatisfeitos com os 8 mil euros que os papás gastaram investiram nas suas carreiras?
  5. Quantos perpetuaram os estudos ‘mestrando-se ou douturando-se’ só para se sentirem úteis na sociedade?
  6. Quantos acabaram por mudar de áreas só para tentar a sua sorte no mercado de trabalho?

Bem, para uma mente brilhante e iluminada como a sua, acho que já tem aqui pano para mangas! Vá, dedique pelo menos o mesmo tempo que precisou para escrever este comentário para pensar sobre o assunto. E no futuro faça o mesmo exercício antes de clicar no botão ‘comentar’, garanto-lhe que ganhará anos de vida pessoal. Seguramente, acabarão as desculpas para não praticar desporto logo pela fresquinha (hora do envio do comentário), tomar um pequeno-almoço com direito a panquecas e sumo de laranja natural, e ainda tempo de sobra para olhar para o seu umbigo e reconhecer todas as suas apti(podri)dões e perceber onde pode ‘virar a página’, espero que tenha menos de 25 anos, senão esqueça! O tempo de mudança para si já expirou! A não ser que esteja a falar com alguém que tenha um ordenado acima dos 2 mil euros, um cargo de chefia, seja bilingue e com projecção de carreia profissional no estrangeiro, esqueça tudo o que leu até agora.

Mas voltando a mim, e à minha passagem por essa grande instituição de ensino que é a Católica e as suas elevadíssimas taxas de empregabilidade! Bom, tendo eu sido, efetivamente, uma pupila concedo-me o direito e o conhecimento de causa necessário para validar todas as peripécias que experienciei.
Recuemos então quatro anos no tempo, ao meu último ano de licenciatura. Durante este período a lavagem cerebral quanto aos benefícios de prosseguir os estudos começaram a ser demasiado intensas, até para os mais distraídos... A (des)vantagem da crise foi mesmo essa, perpetuarem-nos a teóricos académicos o resto da vida. Sim, porque a prática, essa vai ter que esperar ou seguir para outro departamento/outro cachet – Centro de Estágios da Faculdade. Resumidamente, quando um aluno termina o curso na Católica (e se ainda lhe sobraram uns trocos) é encaminhado para o mestrado ou para o gabiente de estágios. E perguntam vocês, porque raio é necessário dinheiro para a segunda opção e eu respondo: porque para tudo naquelas quatro paredes é preciso abrir a carteira e vender a alma ao Diabo. Perante isto,  decidi  passar estas duas hipóteses à frente. Primeiro, porque depois de escolher uma área de formação demasiado cedo (18 anos), percebi que a tese de mestrado só faria sentido quando tomasse consciência:
·   Do que gosto realmente de fazer;
·   Se tenho verdadeiramente aptidões para;
·    Se a empresa onde estou empregada apoia a minha decisão e a valoriza;
·    E se é suficientemente ‘fora’ da minha zona de conforto para me fazer crescer.
E a inscrição no Centro de Estágios da Faculdade envolveria:
·   O pagamento de 150€ de inscrição que me daria a possibilidade de concorrer a um estágio numa
empresa “à minha escolha” (ou seja, dentro dos infinitos acordos que a Católica mantem com o
mercado de trabalho);
·  E o pagamento de quase 200€ por cada mês de estágio na empresa (atenção, que não receberia
ordenado e ainda teria que pagar pelo trabalho que desenvolveria na empresa. O coordenador justifica
este pagamento com o ‘suposto’ acompanhamento durante o tempo que tiver na empresa (bullshits!) e
a avaliação do relatório final.
Como desde o início coloquei na cabeça que não faria parte desta máfia de exploração de recém-licenciados, porque acredito que uma coisa é não receber ordenado durante um processo de aprendizagem, outra completamente diferente é PAGAR PARA TRABALHAR! Vai daí, comecei a minha luta (sozinha) pelo encontro do meu lugar ao sol. Passei por várias agências de comunicação, de meios, e alguns meios de comunicação, e fiquei chocada quando fui aceite na Rádio Renascença e a Directora dos Recursos Humanos ‘cansada’ de receber licenciados da Católica não tinha conhecimento destes ‘valores’! Pedi-lhe inclusive que mantivesse a minha candidatura autónoma, o que me foi aceite. Mais tarde, candidatei-me novamente a outro órgão de comunicação – a revista LUX – onde fui aceite para começar a trabalhar no dia seguinte. A minha indignação chegou com o telefonema da tarde onde fui informada que afinal não poderia começar o estágio no dia seguinte porque não me encontrava inscrita no plano de estágios da faculdade! Ou seja, para além de não nos ajudarem a encontrar estágios e ainda nos bloqueiam o acesso a quem tenta concorrer espontaneamente!!

Reflexos desta política:
·   Estrangulamento da oferta do mercado de trabalho;
·  Bloqueio a outros recém-licenciados (de outras universidades) participarem em estágios – porque os
acordos entre a Católica e as empresa assim o exigem;
·   As empresas deixam de contratar porque têm sempre mão de obra disponível para colaborar;
·  E este ciclo vicioso obriga-nos a ponderar a hipótese de, afinal, pertencer à ‘máfia’, sob pena de nunca
mais conseguir encontrar estágios na área.

Por isso querido(a) anónimo(a), agradece-lho imenso o seu comentário, pois tornei finalmente público um flagelo que continua a afectar imensos jovens da minha idade. Mais de metade dos meus colegas de curso preferiram voltar a investir gastar mais uns trocos (entre 8 a 10 mil euros) em mais dois anos a queimar pestanas; enquanto outros continuam a gastar ‘migalhas’ para brincar aos trabalhadores. Como tal, nunca mais se deixe enganar pelo buzz em torno da taxa de empregabilidade. Porque a era dourada, em que todos saiam dali directamente para grandes cargos, que hoje estão reservados a meia dúzia de gatos pingados (os filhos e os afilhados da primeira fornada) acabou! Confesso que se pudesse voltar atrás no tempo teria estudado mais no secundário e entrado na melhor faculdade pública de comunicação social do país – a Escola Superior de Comunicação Social de Benfica. Mesmo sentindo imensas saudades das aulas, dos professores, da organização e do rigor catoliano.

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

V-Day totally check √

Cari ragazzi!!

A prova de que a parte burocrática de um estudante internacional está definitivamente resolvida:



Se alguém ficou em pulgas para atravessar o oceano Atlântico e viver nas Terras do Uncle Sam, tome nota que é necessário ter em atenção que passará por um longo processo de papeladas e reuniões! Afinal só será permitida a sua entrada no país com o respectivo visto de:
  1. Turista - o ESTA -  que se prolonga durante três meses;
  2. Estudante - o Student Visa - que premiti ficar durante o tempo que estiver inscrito na escola ou universidade;
  3. Trabalhador - Worker Visa - que está válido durante o tempo de vigência do contracto de trabalho.
Existem vários países no mundo onde o processo de emigração é bastante mais simples, económico e menos moroso até. Mas para mim o mais importante foi mesmo escolher um sítio suficientemente longe para me sentir "I'm a legal alien, I'm a portuguesewoman in New York". Onde o inglês fosse rei e senhor dos meus dias e as saudades de casa fossem atenuadas com a vida cosmopolita da Big Apple!

I'm a legal alien, Eu sou uma estrangeira legal
I'm a portuguesewoman in New York, Sou uma mulher portuguesa em Nova Iorque


quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Agora sim, já cheira a Outono!

Cara ragazza!!


Se por um lado Maio é o meu mês preferido, o Outono é sem margem para dúvidas a minha estação do ano predilecta! As cores, os sabores e as festas a ele associadas fazem-me desejar que se prolongue até Abril! Afinal o inverno sem direito a neve pode ir perfeitamente ao ar, ou para além do Natal estão a ver mais algum benefício?! É que até o Natal se poderia encaixar na perfeição nesta quadra de castanhinhas assadas, lareira acessa, domingueiros de sofá com muitos e bons serões cinematográficos!
No domingo não houve espaço para filmes, mas sim para mais uma gala do Secret Story, que não pára de nos surpreender... Mas as minhas expectativas de conseguir vê-la até ao fim só durou enquanto houveram castanhas assadas nas minhas mãos. Posto isto, bezerrei como um bebé até à manhã seguinte. 

E pronto, está oficialmente aberta a época da castanha que engorda, que incha e que nos faz ter remorsos até à próxima fornada! Deixo-vos com algumas festas que me enchem o coração:
  • Sexta-feira, 31 de Outubro --> Halloween – Festa do dia das bruxas;
  • Sábado, 1 de Novembro --> Feriado Dia dos Finados;
  • Terça-feira, 11 de Novembro --> Dia de São Martinho  Magusto;
  • Quinta-feira, 27 de Novembro --> Thanksgiving Day – Pré-natal;
  • Sexta-feira, 28 de Novembro --> Black Friday – Promoções em lojas nos EUA;
  • Segunda-feira, 1 de Dezembro --> Cyber Monday – Promoções nas lojas online.

terça-feira, 7 de outubro de 2014

Ladybug (almost alone) in NYC

Cari ragazzi!!

No último post levantei um bocadinho o véu sobre os motivos que me demoveram de ser AuPair, sem abandonar o sonho de viver um ano longe de Portugal. A guerra contra o tempo, ou neste caso em particular, contra os trintas, foi a principal razão de toda esta reviravolta! Afinal de contas, desde o fim da faculdade que a minha checklist continua praticamente intacta:
E o tempo não parou... mas desta vez quero agarrá-lo e correr com ele. Tenho a certeza que no primeiro de Janeiro de 2016 vou riscar alguns destes pontos quando baterem as doze badaladas! Mas voltando às razões que me fizeram voltar ao ponto de partida e começar tudo do zero, novamente:
  1. Destino: New York City - Manhattan;
  2. Currículo: Curso diário e intensivo de inglês;
  3. Cultura: Aprender e celebrar todas as tradições americanas;
  4. Financeiro: Ser capaz de sobreviver apenas com o recurso do meu trabalho;
  5. Pessoal: Testar os meus próprios limites, força e relativizar os demais. Ou seja, crescer num ano aquilo que nunca crescerei aqui em dez.

No fundo, pretendo regressar consciente que afinal NUNCA estive parada desde o verão de 2011, e que todos estes contratempos foram apenas um meio para atingir um fim. Há quem não entenda o porquê de eu querer partir agora, "agora que tenho a vidinha toda organizada em Lisboa, com namorado, "trabalho" e filhos". Mas a verdade é que é agora ou nunca. O tempo está a passar, as prioridade mudam cada vez mais rápido e eu já não caminho para nova. Então decidi que me daria esta última oportunidade de viver pelo menos um ano no estrangeiro, antes do pedido, da casa maior, das filhas do nosso sangue e da rotina feliz para o resto da vida. Na medida em que, só se cria uma rotina feliz e plena quando conseguimos aniquilar todos os 'ses' da nossa vida. 
Pergunto-me como é que alguém consegue:
  • Partilhar a vida com outro quando ainda não fez tudo o que quer sozinho;
  • Conceber sonhos a uma nova vida quando ainda não realizou os seus;
  • Encontrar um último código-postal quando ainda não conheceu o mundo.

Para mim, o princípio básico de pessoas, casais ou pais frustrados está na precipitação com que um dia decidiram o caminho a seguir. É importante ter consciência que passos gigantes como estes, devem ser dados sem qualquer tipo de 'ses' ou 'nos cruzamentos da vida'. Quando a vida nos apresenta um mundo de opções a seguir é porque ainda não estamos preparados para seguir um único caminho definitivo, porque o mais provável é arrependermo-nos ou culpabilizarmos o(s) outro(s) por uma determinada decisão NOSSA. Aprendermos e mentalizarmo-nos que somos os principais responsáveis pela nossa felicidade, e não o marido, os filhos e/ou o trabalho, ajudará a não vivermos frustados e privados dos nossos sonhos para o resto da vida. Pensamentos como: 'se eu tivesse...' nunca farão parte do nosso vocabulário, porque seremos pessoas realizadas e puras para amar e receber o próximo. Resumidamente, já basta a imprevisibilidade e injustiças da vida... Afinal nunca seremos capaz de decidir se alguém que amamos padecerá de uma doença ou não, se viverá 'para sempre' ou não, se conseguirá andar, ver, ouvir e falar ou não. Todavia, haverá sempre coisas que poderemos decidir, construir e  crescer sozinhos. Sejam felizes.


segunda-feira, 6 de outubro de 2014

De AuPair a Ladybug (almost alone) in NYC

Cari ragazzi!!

Hoje irei, finalmente, explicar-vos os motivos que me levaram a querer partir sozinha para outra cidade, sem a ajuda do programa AuPair. É importante sublinhar que acredito totalmente nas vantagens deste intercâmbio, mas infelizmente com o passar do tempo redefini as minhas prioridades e percebi que:
  • Seria uma AuPair fora do prazo de validade;
  • Corria o risco de nenhuma família nova-iorquina me contactar.

Posto isto, comecei a pensar num plano B (felizmente, ainda me restavam 23 letras do abecedário para encontrar "a" mais à minha medida). Todavia, creio que existem três grandes e bons motivos para se ser AuPair:
  1. Viver um ano no estrangeiro;
  2. Aperfeiçoar uma língua estrangeira;
  3. Aprender todas as tradições do país de acolhimento.
Mas claro que há mais motivos para se apaixonar pela ideia de se ser AuPair, vejamos:
  1. Não ter que se preocupar com procura e arrendamento de casa;
  2. Não ter despesas associadas à alimentação e lavandaria;
  3. Ter um trabalho definido desde o início com direito a uma remuneração semanal.
Porém, a vida das AuPair não são só maravilhas: 
  1. Não existe privacidade nenhuma;
  2. Vive-se em função dos tempos livres das crianças;
  3. Só se tem direito a um fim-de-semana completo por mês;
  4. É muito difícil 'desligar' o botão do trabalho, uma vez que se vive no próprio local de trabalho;
  5. E o risco de não se ter um horário para frequentar um curso de inglês estava-me a apavorar o juízo.
Assim sendo, neste jogo de prós e contras acabei por perceber que o programa encaixava-se como uma luva para:
  • Pré-universitários com o fim de parar um ano nos estudos, antes de se candidatarem ao mundo académico;
  • Pós-licenciados para se desligarem um pouco do mundo antes de se dedicarem (para sempre) ao mundo laboral.
E eu já passei por estas duas fases da minha vida há um bom par de anos... Tenho pena que na altura em que paguei os 150€ da inscrição na agência Multiway não tenha ponderado com mais calma todos estes pontos. Mas não me arrependo de nada, afinal acabei por descobri informação que um dia será bastante útil para os meus filhos! Deixo-vos com o filme de apresentação que fiz para quem ficou cheia de vontade de vestir a t-shirt de AuPair a 100%! 


domingo, 5 de outubro de 2014

I ❤ Burgers

Cari ragazzi!!


A minha paixão pelos fofinhos e rechonchudos hambúrgueres espalhados por esse mundo fora já não são novidade para ninguém! O problema é mesmo resistir-lhes... Há quem seja doida por sushi (sim, eu também gosto de sushi), por pizza (sim, eu também não resisto a uma massa fofa alta com queijo e peperoni), mas os hambúrgueres são o meu calcanhar de Aquiles!!!


U- Try - Mercado de Campo de Ourique (Pão doce delicioso, bife demasiado alto, batatas fritas dispensáveis. Prefiro sempre as quentes e de batata-doce.)


SHAKE SHACK - London/NYC (O melhor pão fofo e doce que já comi na vida, a espessura da carne perfeita, o queijo absolutamente divinal e o melhor molho para batatas do universo!)



The Half Moon - London (Tudo demasiado pequeno. Para mim tudo bem que sou de pouco alimento, mas para um homem coitadinho! Pelo preço de um alimentava-se uma família inteira no McDonald's).




To.B To burguer or not to burger - Chiado (A versão "mini" é ideal para mim. Escolho sempre o hambúrguer com o nome da casa com casca de batatas a acompanhar. É bom e tal, mas não me fico a babar pela próxima vez...)

 


Hamburgueria do Bairro - Restelo, o meu spot preferido (Até agora o melhor hambúrguer lisboeta! Eu não sei se é do pão, da carne ou do molho do ovo estrelado, mas enquanto o devoro já só penso no meu regresso! Para não falar das batatas-doces fritas com molho de alho!! Posto isto, se algum dia me quiserem convidar para jantar acreditem que levam um valente sim nesta tasquinha!)


Burger Factory - Lx Factory (Ontem experimentei mais uma tentação! Espaço muito agradável, hambúrguer saboroso e companhia TOP! Resumidamente este é o melhor spot para se fazer 'sala' depois do jantar. Ao contrário dos outros restaurantes que acabam por ser um pouco 'comer e seguir', aqui a música e o álcool convida-nos a ficar e aproveitar a companhia dos amigos.)

sábado, 4 de outubro de 2014

Alexandre Farto aka Vhils

Cari ragazzi!!


À terceira foi de vez e lá conseguimos entrar no Museu da Electricidade para ver as obras de Vhills! Ora porque estava uma fila enorme, ora porque faltava meia hora para o museu encerrar, só no sábado passado conseguimos sair de lá com a exposição vista! Para quem aprecia arte moderna irá gostar bastante das obras deste autor. A cor, as texturas e o processo criativo que utiliza para as construir são definitivamente impressionantes! E claro, sendo eu uma menina United Colors of Benetton, o meu favoritismo recaiu nesta peça... 


O ex-libris deste artista português são os graffitis e os retratos do rosto. Do papel, às fachadas urbanas passando pelo plástico fundido, tudo serve para nos sentirmos rodeados de peças altamente geniais e pitorescas.


Quase morri para tirar esta fotografia, mas o pânico de olhar para baixo obrigou-me a delegar funções. Entre subir o andaime, acertar nos degraus e não cair com vertigens, fica aqui a prova em como subi e desci tão rápido que foi necessário a fotografia para perceber o que perdi lá de cima. Isto é tudo muito giro e tal, mas para a próxima não me apanham numa destas. 
Acabei por não ver nada mesmo!


"Come In"... As portas que nos convidam a entrar num novo mundo, a programar uma nova vida e a encontrar novas oportunidades! 


Aqui fica uma pequena amostra da monstruosidade do que é uma carruagem de um Metro cortada aos pedaços e suspensa por cima das nossas cabeças! Incrível! Bom, mas se ficaram curiosas despachem-se porque só têm até ao dia 5 de Outubro para irem espreitar a exposição, garanto-vos que valerá muito a pena! Quanto mais não seja porque é um programa cultural totalmente gratuito!