quinta-feira, 12 de março de 2015

Cold&Flu

Cari ragazza!!

Parece que finalmente os comprimidos, as gripes e a tosse têm os dias contados!! Estamos a sair dos "negativos" acreditam?!? Aos poucos começo a sentir-me nórdica e a achar que 10ºC é um dia quente, coisa que antigamente achava que era um dia oficial frio!! Nem quero imaginar quando estiver 20... Passeio completamente nua, mas graças a Deus escolhi NY para viver e ninguém olharia! 
P.S. Só para avisar que preciso de sapatos novos (botas/botins ou qualquer coisa fashion para dar o merecido descanso às botas e às galochas)! Alguma sugestão por aí?!



Gosto destes...


                             sLIPPERS PELE PELO

                             REF. 43073674 - CEBRA C
                                    
                                 

                                   
                                    Fur and LEATHER ANKLE BOOT
                                    rEF. 5172/301


quarta-feira, 11 de março de 2015

Os 'animales' da minha vida

Cari ragazza!!

Creio que a bicharada sempre fez parte da minha vida. Afinal de contas, pela casa dos meus pais já passaram cães, coelhos-anões, porquinhos-da-índia, hamsters, caturras, araras, peixes, tartarugas, grilos, e por aí adiante... Ou seja, exceptuando os felinos e os répteis, acho que todos os bichos sempre foram bem-vindos lá em casa. Mas depois, há aqueles que aparecem sempre nas piores alturas, estragando os poucos e deliciosos momentos em família. A ver se a gente se entende de uma vez por todas!! Porque raio é que vocês - lagartos, lagartixas e osgas  deste país - continuam a insistir em serões rodeados de humanos? Nós por acaso aparecemos a meio das vossas refeições? Nós por acaso assustamos as vossas pequenas crias enquanto estas brincam na rua com os seus amiguinhos, igualmente nojentos? Nós por acaso entramos nas vossas casas sem vos pedirmos autorização? <Quero ouvir um 'não'!> Ora aí está! Se nós não vos colocamos nestas situações delicadas, porque raio se dão ao direito de estragarem os meus 'jantares fora', as minhas brincadeiras no quintal ou os meus passeios a pé? Afinal, tenho ou não tenho todas as razões do mundo para considerar estes seres execráveis: emplastros da pior espécie?! Pela vossa riiica saúde, façam-se à estrada e arranjem quem vos adopte! Curiosamente aqui em Nova Iorque a bicharada é mais ratos e baratas, quanto a mim, menos mal...

Mas voltando ao que realmente interessa... os meus 'animales'. Apesar da quantidade de bichos que já me passaram pelas mãos, há e houve dois que marcaram maravilhosamente a minha vida. Um porque já o amava antes mesmo de ter nascido. Com ele aprendi a ser mãe, tia e avó. Os seus efémeros onze anos de vida foram curtos para partilhar tanto amor. O Simbinha (como sempre o tratei) nasceu sobre o meu olhar atento, cresceu debaixo das minhas asas e foi para o céu envolto nos meus braços. É certo que nunca estamos suficientemente preparados para ver alguém que amamos partir 'mas faz parte', dizem-nos os outros. O carinho, as gargalhas (que sentia que davas), a companhia e o pêlo mais fofinho que já toquei estarão para sempre guardadas no meu coração. Um dia voltaremos a encontrarmo-nos e aí espero que seja, verdadeiramente, para SEMPRE.

Algum tempo depois conheço o Ulysses, o cinquentão mais charmoso do Saldanha, quiçá do mundo! Todavia, nunca morri de amores por gatos, aliás acredito que fui treinada para mantê-los afastada de mim. Tudo isto, porque em miúda tive que lidar com a Micas - a gata da minha avó. Uma bicha que foi apanhada na rua super maltratada e desnutrida. Por estas razões, não a culpo pelas unhadas, mordidelas (sim minha gente, esta gata mordia!) e sustos valentes que ela me deu. No fundo, todos nós aprendemos a defendermo-nos quando somos maltratados demasiadas vezes... E uma criança com 3/4 anos com pilhas durecell era sem dúvida um alvo a abater. Mas... como eu estava a dizer... o Ulyssínho apareceu na minha vida para me ensinar a relaxar e a desfrutar da companhia de um felino. Não creio que existam muitos 'Ulysses' ou gatos-cães por esse mundo fora... Este responde ao nome, vem quando o chamamos, adora dormir enroscado a nós e pede comida com a cara igualzinha à do gato-das-botas. Ninguém consegue ficar indiferente a esta bola de pêlo de oito quilos, nem mesmo os mais sépticos, como eu! 


Ulysses, o cinquentão cá de casa!


Simbinha, o cãozarrão do meu coração!



terça-feira, 10 de março de 2015

Black&White

Cari ragazza!!

O meu piqueno mundo a preto e branco é sempre mais bonito, mais romântico, apesar de continuar a tossir como uma doida... Mesmo do outro lado do oceano há coisas que nunca mudam: VOGUE, iPad e MacBook continuam a fazer parte dos meus dias como se de oxigênio se tratassem. O mundo fica do tamanho de um penico quando carrego estas três coisinhas comigo. 


O meu piqueno santuário... Onde guardo a minha bíblia (agenda), a minha fé (iPad) e o meu crucifixo (MacBook), que continua a ser o mais difícil de carregar.


segunda-feira, 9 de março de 2015

A família (quase) perfeita

Cari ragazza!!


Grandes ou pequenas, endinheiradas ou modestas, a minha não poderia ter sido feita mais à minha medida! Desengane-se aquele que pensou que considero a minha família perfeita - não o verbalizei, tampouco o materializei, nem nunca tive pretensões para. Se não existem pais perfeitos, filhos perfeitos, avós ou tios perfeitos, porque raio haveria de existir uma família perfeita, e na melhor das hipóteses essa família ser minha?? Já conheci muita gente, muitos filhos, pais e avós de família. É certo que uns mais memoráveis que outros, mas, ainda assim, nenhuns perfeitos. E foi nesta busca constante que percebi que só sou verdadeiramente feliz na (im)perfeição da minha família, do meu lar. Cada um de nós carrega, conta e continua a fazer história, a sua própria história. Cada uma num cenário diferente, com personagens e rotinas diferentes, todavia, encruzilhada numa mesma árvore genealógica, num mesmo apelido e num mesmo tipo de sangue. 
Incontestavelmente dotados de uma pluralidade inabalável, desafiamos as doutrinas incutidas e revolucionamos as gerações mais velhas. Somos o produto final e inacabado das gerações futuras, ou então, somos apenas nós - fiéis a nós mesmos. Se depois disto tudo não acredita que a minha família é (quase) perfeita, é só porque ainda não a conheceu. 



Há coisas fantásticas não há...

 



A contar os dias para ter vos ter aqui comigo!!

domingo, 8 de março de 2015

Brunch no Mother's Ruin

Cari ragazza!!

Domingo rima com... Brunch no Mother's Ruin, claro!! E foi isso que fiz no domingo passado com a maltinha tuga do costume! Depois de quase três semanas sem lhes pôr a vista em cima, conversa, gargalhadas e muitas fotografias não faltaram toda a tarde! Todavia, a mesa só estará realmente completa na próxima reunião! Mas dessa vez eu e a Maria seremos as chefs de serviço com direito a Bacalhau à Brás e Aletria!!! Às vezes pergunto-me pela minha veia de "gaja" que só ambiciona que lhe tragam de volta os vestidos e as sandálias que ficaram guardados no outro lado do oceano. Mas no fundo, não consigo parar de sonhar com linguiça, queijo de cabra e pão alentejano!! 





'Real Deal' Maryland Crab Cake Benedict  $16





Lump Crabmeat, Poached Eggs, Old Bay Remoulade, Home Fries

Mother's Burger  $13
House Made Burger, Aged Cheddar, Bibb Lettuce, Pickled Onions, Mama's Secret Sauce on Onion Roll
É 'concerteza' uma mesa portuguesa!

sábado, 7 de março de 2015

Fadinha do Lar - Laundry Day!

Cari ragazza!!


Há um conjunto de coisas que gosto de fazer, outras que não me importo nada de fazer e depois há: passar a roupa a ferro! Gosto tanto! Adoro o trabalhão de desarrumar a tábua de engomar, o ferro a vapor e todos os seus apetrechos. (Nota: eu sou uma pessoa de arrumos, não o contrário minha gente!) Adoro ter que esperar que a água aqueça, mas não o suficiente para destruir as mangas da minha blusa!!!! E já falei de como me delicio com o: sacode calça, estica calça, vira calça?! Opah, adoro! Para não falar de como adoro passar a ferro no verão (que é a temperatura aqui dentro de casa), fica um quentinho prazeroso. E enquanto escorro pergunto-me se já não terei eu própria evaporado, mas não, continuo ali de pedra e cal! E porquê?! Porque eu A-DO-RO passar tudo a ferro a vida, os chefes e a economia! Grrrr!!!  


sexta-feira, 6 de março de 2015

Amor q.b.

Cari ragazza!


Nunca perdi muito tempo a pensar sobre qual a 'quantidade' certa de amor necessária para amar alguém. Se existe um mínimo (ou um máximo) que suporte uma relação, acredito que só ao casal lhes diz respeito. Todos amamos pessoas diferentes, em alturas e situações igualmente diferentes, então, porque raio medimos o grau de envolvência dos outros em prol das nossas próprias relações? Para muitos, o muito é nada e o tudo não basta mas, para outros as poucas demonstrações de amor e afecto podem apenas reflectir um estado de segurança e compromisso desmedido. Todavia, é nesta dualidade de comportamentos que tendemos a atribuir títulos e rótulos às relações que fingimos conhecer. Há muito que deixei de acreditar na 'fórmula perfeita', seja ela a primeira ou a segunda opção. A verdade é que cada pessoa, cada casal, encontra a sua fórmula mágica. Caso contrário, todas as relações que coleccionamos seriam exactamente iguais - nos inícios, meios e fins; com companheiros irrefutavelmente iguais e discussões inevitavelmente iguais! 
Se é verdade que, ao longo da vida vamos alterando e caprichando os nossos próprios gostos pessoais. É certo que, quando decidimos trocar uma coisa por outra (seja ela um carro, uma casa e/ou um namorado), acreditamos sempre que será para melhor. Assim sendo, não há como duvidar do futuro das relações que temos à nossa frente. O amor não tem que ser perfeito, apenas verdadeiro. Não tem que ser só para os bonitos ou ricos, mas para todos aqueles que sabem fazer o q.b. com a pessoa que amam.  


Mais uns dias e estrafego-te de novo!!