quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Compulsão Alimentar

Cara ragazza!!

Acredito que a compulsão alimentar é um assunto transversal à maioria das pessoas, maioritariamente reconhecida nas mulheres pela ingestão desmedida de chocolates e pelos homens de cerveja. Dependendo da fase da vida que atravessamos, há um momento em que não conseguimos parar e vamos por ali fora até à exaustão. Os casos mais graves resultam muitas vezes em alcoolismo, no caso da bebida, mas se assim é pergunto porque é que o "açucalismo" ainda não é considerado uma doença e merecedor do mesmo cuidado e atenção? 

    

Apesar de culpar os profissionais da saúde, por não despenderem o mesmo tempo e recursos para a cura deste flagelo do séc. XXI, acredito que haja uma mea culpa das pessoas que reconhecem os efeitos nocivos do consumo excessivo de açúcar, mas por ainda não serem intitulados de "dependentes/drogados" não consigam parar por eles próprios. 

Afinal, pensem comigo, tanto para o álcool como para as drogas não existe medicação milagrosa para se deixar de ser dependente destas substâncias, verdade? A única forma de estarmos limpos delas é mesmo não as consumir, certo?! Então, porque raio um viciado em açúcar continua à espera de uma fórmula mágica para se livrar do pó branco mais consumido actualmente?

No início de 2017, o Estado português tomo, quanto a mim, uma medida de caracter de Saúde Pública. Desde Janeiro, os refrigerantes e as bebidas açucaradas aumentaram de preço e fez com que tivesse sido necessário mudar o nome "Imposto sobre o Álcool e as Bedidas Alcoólicas" (IABA) para: Imposto sobre o Álcool, as Bebidas Alcoólicas e as Bebidas Adicionadas de Açúcar ou Outros Edulcorantes. Concordei à primeira com esta medida, afinal, há muito tempo que o Homem consumista deixou de ser consciente durante as suas idas ao supermercado. Acredito sim que, a longo prazo, o aumento na fatura o ajude a reduzir o consumo dos refrigerantes ou sumos açucarados, deixando-os apenas para os fins-de-semana. Pelo menos, esta alteração comportamental já trariam bastantes melhorias externas, quer ao nível da pele quer ao nível dos pneus da barriga e das coxas. Porém, ainda há muito a fazer... 

Continuo a perguntar-me porque raio só os maços de cigarros têm aquelas imagens horrorosas nas embalagens? Porque é que as tabletes de chocolates não mostram caras cheias de borbulhas? E porque é as do arroz e da massa não mostram pessoas obesas? E ainda os pacotes de leite problemas intestinais (em ir à casa de banho)? Mas esta atitude levantaria três outros grandes problemas:
  1. Não acabaria com o consumo destes produtos, afinal o tabaco continua a ser comprado.
  2. Mostraria o quanto errada e ultrapassada está a roda dos alimentos.
  3. E os Media perderiam a grande fatia das suas receitas, porque a indústria alimentar deixaria de publicitar os seus produtos nestes órgãos de comunicação.
É inadmissível que hajam pacotes de bolachas mais baratos que um saco com 5 pães, e atenção que eu não concordo com o consumo destes, mas pelo menos é menos viciante que a bolacha carregada de açúcar... Outro exemplo chocante é o preço dos legumes, mais caros que um pacote de arroz e/ou de massa. Mas se eu não comprar bolachas, pão e refrigerantes nem noto que os legumes estão assim tão caros. 

Moral de história, será que só iremos aprender a comer quando o Estado subir os impostos de tudo e mais alguma coisa?! Não acredito, de todo, que este seja o caminho. Está nas nossas mãos exercer o poder de escolha. Afinal, até o fumador mais pobre do mundo arranja sempre trocos para mais um cigarro... Não há forma de delegar a cura dos nossos vícios aos outros, sejam eles quais foram. Importa, antes de mais, assumirmos que temos um problema compulsivo com determinado produto, e só depois disso testar várias soluções até que seja imprescindível pedir ajuda a um profissional. Porque o profissional apenas te ajudar a entender de onde vem esse problema, posto isto todo o processo de cura passará exclusivamente por ti. A tua rotina é que definirá o sucesso ou não do tratamento. 

Bom, a conversa já vai longa, por isso hoje fico por aqui. Amanhã recomeço o assunto da compulsão alimentar com base num dos ensinamentos do, já recorrente, Dr. Barakat. 

terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Valentine's Day

Cara ragazza!!


Quem me conhece sabe que adoro uma mesa bonita e cozinhar para os que mais amo. Assim sendo, este ano dei por mim a pensar porque raio acabamos sempre por comemorar o Dia dos Namorados dentro de um carro à procura de um lugar de estacionamento e finalmente num restaurante à pinha... Afinal, ninguém sabe, melhor do que eu, quais os pratos preferidos da minha cara metade. Logo, porquê deixar este presente nas mãos de outra pessoa?! Porquê partilha-lo com desconhecidos e num ambiente impessoal? Talvez me arrependa e para o ano volte ao restaurante fancy da cidade, mas hoje quero preparar o jantar mais romântico de 2017! Para a ementa escolhi mimá-lo com um delicioso Mac'n'Cheese de Lagosta, bastante High Carb & High Fat, porque sei que ele chora por mais a cada garfada!



Salada de tomate, mozzarella, manjericão (aqui falta o pesto)!




Ingredientes
  • 2 colher de chá azeite de oliva
  • 2 caudas de lagosta ou 6 camarões grandes ou 500 gr de carne de siri
  • 2 colheres de sopa de manteiga
  • 1/2 colher de sopa de farinha de trigo
  • 1/2 xícaras de leite frio
  • Pimenta caiena e sal a gosto
  • 1/4 colher de chá de páprica
  • Pitada de noz-moscada
  • 4 gotas de molho inglês ou a gosto
  • 1 xícara de queijo cheddar branco ralado 
  • 1/2 xícara de queijo parmesão ralado
  • 500 gr macarrão cotovelo 
  • 1/2 colher de chá de folhas de tomilho fresco
Para as migalhas:

  • 5 colheres de sopa de farinha de rosca
  • 1 colher de sopa de manteiga derretida, ou o suficiente para umedecer 
  • 2 colheres de sopa queijo ralado Parmigiano

Como fazer
Pré-aqueça o forno a 200 graus C. Aqueça o óleo em uma frigideira em fogo alto. Cozinhe as caudas da lagosta numa frigideira até ficar ligeiramente douradas e cerca de metade cozidos, cerca de 2 minutos de cada lado. Transferir caudas para um prato para descansar. Quando fresco bastante para segurar, retire a carne da lagosta a partir de conchas e pique a carne. Reserve. Derreta a manteiga na mesma frigideira em fogo médio. Misture a farinha de trigo; cozinhe e mexa até formar uma pasta, 1 a 2 minutos. Adicione o leite frio na mistura de farinha. Bata até ficar completamente incorporado. Leve para ferver. Reduza o fogo e misture a páprica, noz-moscada e pimenta caiena. Cozinhe, mexendo de vez em quando, até engrossar, 3-4 minutos. Tempere com sal. Misture o queijo Cheddar e o queijo Parmesão na mistura de leite até o queijo derreter. Retire do fogo e misture o molho inglês no molho de queijo. Leve uma panela grande de água com caudas de lagosta reservados e uma pitada de sal para ferver. Cozinhe o macarrão cotovelo na água fervente, mexendo ocasionalmente, até estar cozido, mas firme à mordida, cerca de 8 minutos. Remova e reserve as cascas da lagosta, escorra a massa. Misture o macarrão em molho de queijo com folhas de tomilho. Coloque a carne de lagosta picada por cima do macarrão. Mexa migalhas de pão e manteiga derretida em uma tigela. Adicione o queijo parmesão e mexa. Polvilhe por cima a mistura de pão ralado. Asse em forno pré-aquecido até dourar e borbulhante, de 15 a 20 minutos.

*Nota: certifique-se a sua mistura de macarrão com queijo seja bem molhado e atrevido na panela, caso contrário ele pode ficar seca quando colocada no forno. Não tenha medo de adicionar um toque de água ao macarrão.





Ingredientes
  • 3 ovos
  • 150g de manteiga
  • 1 pitada de sal
  • 150g de farinha de oleaginosa (avelã, amêndoas, castanha de caju)
  • Adoçante equivalente a 200g de açúcar (200g de xilitol ou equivalentes de outros como eritritol ou stevia), ou se você não fizer lowcarb, açúcar mesmo
  • 200g de chocolate 70% picado
  • 2 colheres de sopa de cacau em pó
  • 1 colher de café de extrato de baunilha (eu não tinha o natural, então não usei)
  • 1 colher de café de bicarbonato de sódio
  • 10 nozes picadas grosseiramente
Como fazer
Antes de mais nada, ponha seu forno pré-aquecer a 180ºC. Forre uma assadeira com papel manteiga untado com manteiga. Então derreta a manteiga e o chocolate em banho maria. Depois disso, adicione a farinha de oleaginosas, o adoçante, o sal, a baunilha e mexa bem. Finalmente, acrescente o bicarbonato de sódio. Despeje na assadeira e coloque algumas nozes partidas no preparado. Leve ao forno por 15 minutos, ou até que, espetando um palito, saia seco. Pronto!

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Los Angeles, CALI(fornia)

Cara ragazza!!


A melhor forma de vos animar nesta segunda-feira esquizofrénica de chuva e sol é contar-vos um bocadinho as minhas aventuras na Cidade dos Anjos, mas que de "angélica" não teve nada... Partimos de Washington às quatro da tarde e chegámos a L.A. (para mim tierra de Los 'Anormalos') às oito da noite. Como sabíamos que estávamos estupidamente longe de tudo, não fosse esta cidade um enorme mar de terra, onde tudo fica longe e para qualquer deslocação é necessário um carro, decidimos desde logo que alugaríamos um no dia seguinte. Mas hoje a viagem até ao hotel em Downtown seria feita de metro.

O namorado lá foi perguntar as indicações para o metro mais próximo e depois de ter voltado meio desconfiado (sobre o que tinha ouvido) lá seguimos no autocarro do aeroporto de LAX até à estação. Pouco tempo depois somos surpreendidos pela aparência do "metro", igual ao nosso comboio, uma vez que 80% da viagem é feita à superfície. Posto isto, toca de comprar bilhetes, perguntar qual a direcção e entrar no primeiro que parou à nossa frente. (Importa referir que por esta altura já é noite cerrada e ainda estávamos a anos luz do nosso hotel...) Ora, assim que as portas se fecharam deparámo-nos com uma vizinhança do mais assustador que alguma vez vi na vida, e não estou a exagerar, já vi muita coisa, mas nada que se parecesse com aquilo! Neste cenário de terror optei pela postura simpática e submissa. Nunca, em tempo algum, ousei estabelecer contacto visual, e o chão da carruagem tornou-se um óptimo ponto de fuga. Entre mexicanos, blacks e brancos niggas senti-me uma completa extraterrestre por não ter um único desenho de agulhas no corpo - tattoos! Os corpos daquela gente são autênticos graffitis ambulantes! Anyway... Até aqui ainda estava tudo a correr pelo melhor. O problema foi quando tivemos que mudar de linha. Aí sim, começou a nossa verdadeira aventura hollywoodesca! Voltámos a sair do metro/comboio no meio do nada, escuridão total, alguns candeeiros partidos, só armazéns velhos e abandonados nas redondezas. Para chegar à outra linha tínhamos que passar por debaixo da linha de metro. Enquanto atravessávamos a rua um carro da polícia pára ao nosso lado, o que nos deu uma breve sensação de segurança e conforto, mas muito breve, diga-se. O meu homem que já tinha cheirado o perigo a léguas - natural para uma criança criada na linha de Sintra - pergunta-lhes se estamos a seguir o caminho certo para Downtown, onde os agentes da autoridades respondem afirmativamente. O homem prossegue e lá se ouve: Mantenham os vossos pertences junto a vocês e boa sorte. E eu repito: MANTENHAM OS VOSSOS PERTENCES JUNTO A VOCÊS (mais junto?? Parecíamos autênticos burros de carga, ninguém sentou-se, ninguém tirou mochilas das costas, ninguém largou por um segundo que fosse a sua trole! E ainda nos desejaram "BOA SORTE"!?! Posto isto, apanhar um táxi tornou-se fulcral naquele momento! Mas ali, perdidos no meio de nenhuns nunca iríamos consegui-lo. Voltámos a entrar no metro. Como se já não bastasse os companheiros de viagem airosos que tínhamos ao nosso lado, na paragem seguinte entra um gang de se borrar a cueca só de olhar. E foi aí que vi o S completamente desorientado, a olhar para a rua, estudando possibilidades de fuga, etc. Mas qual quê?! Estávamos completamente no meio do NADA! ZERO! ESCURIDÃO TOTAL! SÓ ARMAZÉNS À BEIRA DA ESTRADA COM MAU ASPECTO E TÁXIS nem vê-los! Okay, respira! Conta até 10! Ninguém vai morrer hoje, quanto muito somos assaltados, e lá se vai o dinheiro, os passaportes, o computador e todos os recuerdos adquiridos até agora! Mas SÓ isso! Por isso, continuei a respirar. Basicamente continuámos a estudar todas as situações, e assim que o metro passou a ser subterrâneo sentimos que já tínhamos entrado numa parte mais agitada da cidade e como tal, decidimos sair para apanhar um táxi - pelo menos agora já estaríamos muito mais perto do hotel! E assim foi. Pusemos um pé na rua e a única visão foi: arranha-céus, mendigos, pouca iluminação na rua, mais mendigos, poucos táxis, lojas e restaurantes fechados e mendigos everywhere. Entrámos no primeiro táxi que se atravessou à nossa frente. O homem parecia sinistro, mas depois de tudo o que já tinha visto até ali, o gajo era o mais parecido com uma recordação pouco nítida de um taxista do Martim Moniz (camisa brilhante, desabotoada e penteado à Elvis)... Sentámo-nos. Dissemos em coro o nome do hotel e o homem começou com uma cantiga de fugir! "Que tínhamos escolhido a parte mais perigosa da cidade para pernoitar." "Para nunca nos dirigirmos para as traseiras do hotel, porque já tinha sido encontrada uma mulher no tanque do hotel do lado, blá, blá, blá..." e eu já quase a vomitar volto a engolir em seco. Pouco tempo depois, o taxista entra por um beco, de sentido único, cada vez mais apertado, cada vez mais escuro e ao fundo um monte de caixotes do lixo gigantes... Pensei que seria agora que me iriam tirar os rins, os pulmões e o fígado! E aperto com toda a minha força a mão do S. Senti-o arfar até ver alguma expressão de alívio na sua cara - parece que o gajo se tinha enganado na rua do hotel e fez um corta-mato por um sítio medonho. E pronto, lá parou à porta do hotel. Acreditem, adormeci vestida e apática. Felizmente de dia Downtown até é um sítio giro! Aqui podem ser vistos os maiores arranha-céus de Los Angeles, aqueles que aparecem em todos os filmes e séries! Mais à noite parece uma cidade fantasma! Moral da história: de manhã, logo pela fresquinha, fomos alugar um carro! Só para não haver mais histórias destas para contar.


Downtown à noite, e de carro, é linda! É uma pequena New York.
Agora sim, estávamos prontos para nos aventurar-nos pela West Coast.

Primeira paragem: Malibu! Estivemos numa reserva natural junto ao oceano pacífico - maravilhoso! Enquanto passeávamos junto à marginal começaram a aparecer as casas completamente em cima da praia e claro no regresso tive que tirar a uma foto com o nadador salvador... Como se pode ver nas fotografias o calor nunca foi rei nem senhor por aqui. Recordo que fomos em Setembro. Para quem vai para a costa este à procura das águas calientes do pacífico desengane-se! É igualzinho à Costa da Caparica - como dizia o homem!


Depois regressámos por Santa Mónica mas só parámos em Manhattan Beach! A névoa não ajudou na nitidez das fotos... Ao longe as casas parecem favelas que se foram amontoando até chegarem junto à praia (pois... o mais provável é não dar para ver nada, mas confiem em mim!) As casas ao perto até eram charmosas e grandes, mas ao longe parece autênticas barraquinhas.


Posto isto, lá insisti com o homem para ir ao Pier de Santa Mónica... volta tuuuudo para trás! Aqui é onde termina (ou começa) a Road 66, depende da perspectiva!


E pronto, a partir daqui foi correr, tipo jogos sem fronteiras, para ainda conseguirmos apanhar luz suficiente para tirarmos 'A' foto no Hollywood Sign - que é só na outra ponta da cidade! Ainda assim, missão cumprida!!



A viagem de regresso fez-se numa amena cavaqueira, até começar a pensar, alto! "Mas espera lá! Isto é o Kodac Theather! Aquilo ali é o museu do cinema chinês! Eu ia jurar que isto era no passeio da fama!!!" OH MEU DEUS NÓS ESTAMOS NO PASSEIO DA FAMA!! PÁRA O CARRO!!! E pronto, estacionámos o carro, jantámos numa cadeia de fastfood que dispensa apresentações, visitámos a loja da Disney, tirámos fotografias a algumas estrelas que estão no passeio, espreitámos o Hard Rock Cafe, e eis que me aparece um homem gigante com uma enorme piton à volta dos ombros. Escusado será dizer que não consegui pronunciar uma única palavra e me pus a correr feita parva! Moral da história: segunda noite em L.A. estragada! A partir deste momento andei na rua com a sensação que a bicha viscosa ia aparecer à minha frente a qualquer momento. 'Já podemos ir embora?' É tarde, tenho sono e chegam de aventuras por hoje!




Terceiro dia em L.A. e depáramo-nos com os estúdios do Walt Disney! Juro que não foi propositado. Aconteceu! Claro que fiquei histérica! Queria entrar! Queria ver os estúdios, os bares e até as casas de banho! Queria ver TUDO! Mas lá para aqueles lados só entram mesmo as Hannah Monatanas e Selena Gomez. Estúpidos! Com esta paragem ganhei o lugar do condutor!! Yeah!!! Conduzi nos States!  Qualquer mulher que se preze não poderia regressar de LA sem ter pisado RODEO DR... Coladinho a Beverly Hills! Depois das "compras" e das casas de Beverly Hills, o que é que uma mulher precisa?!? Praia, claro! O trânsito é infernal, mas lá chegámos a NEWPORT BEACH!!! Para os mais distraídos: Orange County!! Já percebi porque é que os gajos aqui são maioritariamente ricos - pela quantidade infindável de petrolíferas, tanto em terra como no mar. Foi sem dúvida uma tarde dedicada a conversas sobre geologia, política e economia.Posto isto, voltámos à loucura das auto-estradas! Nem com sete ou oito faixas o trânsito fluía…O penúltimo dia em L.A. foi dedicado a um parque temático! Diverti-me imenso e, claro, borrei a cuequinha mais umas trezentas mil milhões de vezes na casa do terror.                        

A noite foi passada a fazer as malas, afinal do dia seguinte vamos para VEGAS baby!!!