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sábado, 11 de março de 2017

Avenida Q

Cara ragazza!!

É sábado, não sabes o que fazer, mas também não te apetece ficar em casa a vegetar o dia inteiro... Sei o que isso é! Mas hoje tenho o remédio certo para curar a tua inércia! Clica aqui e garante já o teu lugar hoje na Avenida Q. Para além de não querer que te sintas infoexcluído do espetáculo mais badalado no momento, também não quero que percas a oportunidade de o ver, porque só estará no Teatro da Trindade até ao próximo dia 2 de Abril!! Os preços variam muito do lugar que escolheres, por isso não há desculpas! E para os Yorn, como eu, ainda tem direito a um desconto de 15%. Quem é amiga? Quem é?!


Vá, agora vão e sejam felizes e depois contem-me o que acharam!

Eu achei graça, mas nada do outro mundo...
Nada que se compare com confissões de adolescentes... 
Mas precisamos de apoiar esta malta para eles continuarem a fazer mais e melhor!

sábado, 4 de março de 2017

MUDE fora de portas

Cara ragazza!!

Sugestão para este fim-de-semana...










Corram para o Convento da Trindade, na Rua Nova da Trindade n.º20 (Chiado), porque a exposição só estará disponível ao público até ao próximo dia 18 de Março. Não façam como eu e não tentem visitá-la a uma segunda-feira, porque as portas só estão abertas de terça a domingo entre as 10h e as 18h... 


"No âmbito da programação MUDE FORA DE PORTAS estamos agora no Convento da Trindade com a exposição “Cidade Gráfica. Letreiros e reclames de Lisboa no século XX”. Esta exposição tem como objetivo mostrar um património que está a desaparecer da cidade, apresentando assim letras e letreiros já desativados. Em colaboração com o Projeto Letreiro Galeria (iniciativa que procura preservar os letreiros comerciais e industriais que estão desativados, considerando-os património cultural e memória gráfica da cidade), o MUDE olha para a cidade de Lisboa pela perspetiva da publicidade e da cultura urbana, contribuindo para a preservação de um património gráfico reunido que urge estudar e permitir a fruição de uma memória cultural comum a todos os portugueses.
Devido à evolução dos grafismos, à reabilitação urbana e na sequência das próprias dinâmicas empresariais, que conduzem à abertura e ao fecho de lojas, muitos desses letreiros acabam abandonados, tendo como destino o ferro-velho ou o lixo, perdendo-se qualquer rasto sobre a sua história e o seu contexto. Assim se perde também parte da memória de uma cidade e das referências estéticas que marcam várias épocas. Esta exposição, a publicação a ela associada e os debates que se preparam, procuram sensibilizar para esta questão e analisar a evolução deste meio de comunicação e publicidade, muito relacionado com o design, mas também com a arquitetura e o urbanismo.
A divisão desta exposição foi feita por tipologias de materiais. Começa com tabuletas de vidro, metais e portas guarda vento. Seguem-se letreiros de néon, divididos e agrupados por estilos de letras (sala de letras manuscrita e itálicos, sala de figuras e conjuntos de letreiros do mesmo estabelecimento, sala de letras sem serifas e estelizadas, sala de letreiros de grandes dimensões). Como complemento foi feito um levantamento, nos Arquivos da Câmara Municipal de Lisboa e na Fundação Calouste Gulbenkian (estúdios dos irmãos Mário e Horácio Novais) de desenhos técnicos e fotografias de letreiros já desaparecidos, desde os mais icónicos néones dos telhados dos Restauradores e Rossio, até aos anteriores à era néon, que contextualizam estas peças numa evolução gráfica das fachadas de Lisboa."


Mais informações aqui.

sábado, 14 de janeiro de 2017

Lisboa a pé (1)

Cara ragazza!!

Porque hoje é sábado, dia de passar mais de metade do dia a pensar para onde queremos levar os nossos cachecóis e luvas a passear, resolvi deixar-vos com uma proposta que me deixou bastante tentada: Muralhas de Lisboa, da Lisboa a pé.  

Não se deixem enganar pela fotografia, lá fora esperam-se mínimas de 4ºC.

O meu único desejo para hoje é voltar a encontrar a capital tão deserta como no último fim-de-semana. Incrível como os próprios turistas tinham desaparecido. Ter a cidade, praticamente, só para nós foi realmente um momento inesquecível. Afinal, quem nunca acabou por: preferir ficar em casa ao invés de lidar com as filas intermináveis nos Pastéis de Belém ou da Piriquita? Apenas passar de carro ao lado dos monumentos emblemáticos da cidade ao invés de se atirar para os empurrões e ambientes claustrofóbicos do costume? Resumindo e baralhando, quem nunca sentiu que conhece melhor uma cidade estrangeira que a nossa própria?!  

Uma das promessas que fiz para 2017 foi comprometer-me a conhecer mais e melhor a Lisboa que agora também é minha... E as 54 cartas-passeio da "Lisboa a pé" foram as culpadas desta decisão. Assim sendo, daqui a pouco vou aventurar-me por Alfama. Procura e encontrarás: 
  1. Beco do Penabuquel onde está o Arco do Penabuquel (muralha Fernandina).
  2. Torre de São Miguel, uma torre couraça da Cerca Velha, conhecida como Porta dos Banhos.
  3. Rua da Judiaria, onde estão os mais bem conservados panos da Cerva Velha.
  4. Largo das Portas do Sol repleto de vestígios Visigótico. 
  5. Por último, o Palácio Belmonte.
Chegando ao Martim Moniz descobre o/a:
  1. Torre da Pela.
  2. Portas de Santo Antão.
Finalmente, o passeio termina no Espaço Chiado.


Toca a mexer esse rabo! 
Caso realizem este passeio partilhem comigo as vossas descobertas no instagram! 
Basta adicionarem @joannnemascarenhas88 às vossas fotos!